A Lavradores de Feitoria apresentou a colheita de 2025 do Três Bagos Sauvignon Blanc, um dos vinhos mais emblemáticos do seu portefólio. A nova edição chega ao mercado com uma imagem renovada, que pretende reforçar a notoriedade da marca e consolidar a ligação ao vinho que se afirma como uma das principais referências nacionais da casta Sauvignon Blanc.
“Cada nova colheita do Três Bagos Sauvignon Blanc é um momento de celebração de um vinho que se tornou um clássico e a referência dos vinhos desta casta em Portugal, lançado pela primeira vez com a colheita 2000, ano do início do nosso projeto coletivo. Esta colheita traz também uma imagem renovada que reforça a visibilidade da Lavradores de Feitoria e cria uma associação mais direta com a marca Três Bagos, a mais conhecida do nosso portfólio”, afirma Filipe Caetano, administrador executivo.
Este vinho monocasta exprime os aromas frescos típicos da casta Sauvignon Blanc, com um perfil mineral e contido, que os solos xistosos e a altitude das vinhas plantadas a mais de 420 metros lhe conferem. A sua acidez, conjugada com o estágio parcial em madeira (barricas de carvalho francês usado, durante 4 a 5 meses) dá-lhe estrutura e um grande potencial de guarda.
De acordo com a marca, é perfeito para iniciar uma refeição, acompanhando muito bem saladas, pratos de peixe, marisco, e gastronomia japonesa e coreana, em particular sushi.
Segundo Paulo Ruão, administrador responsável pela viticultura e enologia, “o Três Bagos Sauvignon Blanc este é um vinho exuberante, fresco e bastante aromático. Tem notas de fruta tropical, e de fruta mais fresca (ananás e melão), complementadas por ligeiras notas vegetais, como espargos. É fresco, saboroso e muito frutado. Tem boa acidez e notas que lhe conferem complexidade, resultando num vinho muito equilibrado, com um bom e persistente final de boca”.
O Três Bagos Sauvignon Blanc representa uma das gamas da Lavradores de Feitoria que mais se tem afirmado como um sucesso de vendas, resultado desta união de 15 lavradores durienses, fundada em 2000, que inaugurou um conceito de associativismo único no Douro e que hoje reúne uma área de 380 hectares de vinhas, espalhadas por 20 quintas nas três sub-regiões do Douro - Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior.

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