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Falta de matéria-prima limita expansão ainda mais acelerada

Navigator é a maior geradora de valor acrescentado entre 2.000 empresas de Setúbal

28/12/2023

A The Navigator Company ocupa a primeira posição entre as 2.000 empresas com atividade em Setúbal que mais criaram valor para o distrito, reforçando a sua posição como a terceira maior exportadora em Portugal e a maior geradora de Valor Acrescentado Nacional.

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A companhia ocupa a segunda posição em volume de negócios naquela região, encurtando a distância para o primeiro lugar do 'Ranking das 2000 Maiores Empresas do Distrito de Setúbal referente a 2022'. Elaborada pela consultora Iberinform Portugal, esta classificação coloca a companhia, pela primeira vez, a apenas 2,8% do volume de faturação (não consolidado) da primeira posição deste ranking, pertencente à Autoeuropa.

A dinâmica dos preços internacionais de pasta, papel, embalagem e tissue, potenciada pela melhoria do mix de produto e o foco no aumento de produtividade, impulsionaram os bons resultados alcançados pela Navigator em 2022, o que garantiu a distribuição dos maiores prémios de sempre aos colaboradores e o reforço do seu programa de rejuvenescimento.

Desde há vários anos que a Navigator é uma das empresas que mais se destacam na valorização do papel crucial das florestas plantadas e bem geridas na transição de um modelo fóssil e linear para um modelo de bioeconomia circular de base florestal. A companhia tem sido responsável por gerar valor ambiental, desde logo, através desta gestão ativa e profissional das suas florestas plantadas, em cerca de 106.000 hectares por todo o país, mas a sua atividade florestal induz igualmente um elevado valor económico e social.

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A empresa representa aproximadamente 1% do PIB nacional, cerca de 3% das exportações nacionais de bens, e mais de 30 mil empregos diretos, indiretos e induzidos em todo o país, numa cadeia de valor que impacta a vida de milhares de pessoas. Globalmente, só em 2022, o investimento da The Navigator Company na cadeia de valor da produção florestal ascendeu a 210 milhões de euros.

Mais de 92% dos produtos do grupo são vendidos para fora de Portugal e têm por destino 130 países, nos 5 continentes, alcançando assim a mais ampla presença a nível internacional entre as empresas portuguesas.

Falta de matéria-prima limita maiores investimentos

O setor florestal em Portugal, e em particular o da pasta e papel, tem sido responsável pela criação de elevado valor acrescentado, pela exportação de bens transacionáveis, pela criação de emprego (com grande número de agentes envolvidos na produção, transformação e comercialização dos seus produtos) e pelo papel como agente dinamizador de zonas desfavorecidas.

A vitalidade deste setor, nomeadamente a importância das suas indústrias transformadoras, tem hoje forte expressão pelo seu relevante caráter exportador, totalizando cerca de 9% das vendas nacionais ao exterior. Em 2022, só o cluster da pasta e do papel assegurou o equivalente a cerca de 55% das vendas ao exterior de todo o setor florestal.

Por outro lado, as florestas portuguesas têm sido também fonte de criação de emprego qualificado, geração de riqueza no mundo rural e de fixação de populações. Só a fileira do eucalipto gera mais de 80 mil empregos na economia portuguesa.

A procura por esta matéria-prima tenderá a crescer em todo o mundo, consequência do crescimento de muitas das atuais utilizações, mas também dos novos usos em bioprodutos, que a The Navigator Company está também a desenvolver em várias frentes a partir da celulose. 

As externalidades positivas da valorização da floresta representam uma realidade que a The Navigator Company conhece bem, enquanto empresa que gere cerca de 109.000 hectares de floresta em todo o país. Não obstante, o défice de matéria-prima tem vindo a aumentar, ameaçando a sustentabilidade da atividade e obrigando a centenas de milhões de euros de importações de madeira que poderia ser produzida em Portugal e contribuir para a valorização da economia rural. Ao valorizar a floresta, multiplicam-se as oportunidades para as pessoas ao longo da cadeia de valor, criando condições para uma maior rentabilidade dos proprietários e produtores florestais e, ao mesmo tempo, reduzindo o abandono de terras e, consequentemente, o risco de incêndio.

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