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Portugal pretende estratégia integrada para os fertilizantes na União Europeia

22/11/2022
Nova abordagem tem como objetivo a redução da dependência de fatores externos e a exposição a perturbações de mercado. O potencial das algas, nomeadamente o seu elevado valor nutricional.
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Ministra da Agricultura e Alimentação, Maria do Céu Antunes, no Conselho de Ministros da Agricultura e Pescas da União Europeia, Bruxelas, 21 novembro 2022 (Foto: UE).

Portugal esteve presente no Conselho de Ministros da Agricultura e Pescas da União Europeia, que decorreu em Bruxelas. No encontro foi debatida a disponibilidade e acessibilidade dos fertilizantes na União Europeia.

Segundo informações disponibilizadas pelo governo português e no âmbito de uma comunicação da Comissão Europeia, foi discutida uma nova abordagem relativa aos fertilizantes, que permita a redução da dependência de fatores externos e a exposição a perturbações de mercado.

Maria do Céu Antunes, ministra da Agricultura e Alimentação, referiu que esta abordagem está já presente nas opções assumidas por Portugal no seu Plano Estratégico da Política Agrícola Comum (PEPAC), que contribuirá, a médio prazo, para reduzir a dependência externa de fertilizantes. No entanto dadas as dificuldades conjunturais que os agricultores estão a enfrentar atualmente, são necessárias iniciativas com efeitos significativos a curto prazo que permitam manter a atividade.

Maria do Céu Antunes sublinha que a situação do mercado agrícola permanece incerta, pelo que devem ser utilizadas, sempre que necessário, medidas excecionais a nível europeu: “Não devemos deixar de considerar, a prazo, a realização de compras comuns de fatores de produção”, afirma Maria do Céu Antunes. Sobre este tema Portugal subscreveu, com mais 15 Estados Membros, um documento sobre o papel essencial dos fertilizantes na segurança alimentar.

No encontro foi também abordada a necessidade de se explorar o potencial das algas enquanto recurso renovável e sustentável.

A ministra da Agricultura e Alimentação destaca, neste âmbito, a possibilidade de crescimento deste setor no quadro da Economia Azul, seja do ponto de vista social, com a criação de postos de trabalho, seja do ponto de vista económico e ambiental. Sublinha ainda a relevância das algas nas indústrias farmacêuticas e de cosmética, assim como o seu potencial no setor dos fertilizantes sustentáveis, aquicultura e produção de energia.

Para a ministra é incontornável a mais-valia das algas no setor da alimentação, atendendo ao seu elevado valor nutricional, fator de especial relevância, num momento em que a população mundial ultrapassou 8 mil milhões de pessoas.

LFA

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